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Em posse no TJ, Luciano reforça importância de harmonia entre advocacia e Judiciário

             Clara Passi Em discurso na posse do novo presidente do Tribunal de Justiça (TJ), Claudio de Mello Tavares, nesta segunda-feira, dia 4, o presidente da OAB/RJ, Luciano Bandeira, afirmou que a advocacia se colocará ao lado do Poder Judiciário e colaborará para que “o tribunal, de forma altiva, consiga atender, na jurisdição, o desejo do cidadão”.   Na sua visão, somente uma advocacia com prerrogativas preservadas e respeitadas, trabalhando em harmonia com um tribunal forte e independente, é capaz de promover “uma cidadania completa”.   “A advocacia está feliz, esperançosa, deseja sucesso na empreitada da condução do Judiciário (do Rio de Janeiro), assim como reconhece na administração de Milton Fernandes de Souza o feito de ter mantido o Tribunal de Justiça forte e independente”, afirmou Luciano, a quem foi dada a palavra durante a cerimônia.    Ao falar sobre a sobre a relação com a advocacia durante o discurso de posse, o novo presidente da Corte manteve-se no mesmo diapasão: disse desejar que “a OAB/RJ cultive o espírito de colaboração e harmonia”. A vice-presidente da OAB/RJ, Ana Tereza Basílio, e o tesoureiro da Seccional, Marcello Oliveira, também estiveram presentes no plenário da Lâmina Central do Fórum.     Ao lado do presidente da Seccional, sentaram-se o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, o governador Wilson Witzel, o arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, cardeal Dom Orani Tempesta, o presidente da Alerj, André Ceciliano, o senador Fernando Collor de Mello, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, João Otávio Noronha, e representantes de outros órgãos do Poder Judiciário.   Claudio de Mello Tavares sucede o desembargador Milton Fernandes de Souza à frente da Corte. O magistrado, que ocupava o cargo de corregedor-geral da Justiça, foi eleito presidente do TJ para o biênio 2019-2020. Num momento em que métricas da iniciativa privada estão cada vez mais sendo aplicadas na gestão pública, o presidente prometeu aliar criatividade a austeridade para atravessar a crise econômica e social pela qual o Estado passa e se colocou parceiro no combate à corrupção e à impunidade neste momento em que “o Ministério Público passa o país a limpo”. Citou Carlos Drummond de Andrade (“As leis não bastam. Os lírios não nascem da lei”, do poema ‘Nosso Tempo’) para instigar os colegas a não se limitarem apenas ao raciocínio abstrato no exercício da magistratura. “A sociedade espera que o Poder Judiciário seja um produtor de justiça (...) e não um mero aplicador da lei”.   Também foram empossados os desembargadores Bernardo Moreira Garcez Neto (corregedor-geral da Justiça); Reinaldo Pinto Alberto Filho (1º vice-presidente); Paulo de Tarso Neves (2º vice-presidente); Elizabete Filizzola Assunção (3ª vice-presidente); e André Gustavo Corrêa de Andrade (diretor-geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro - Emerj).   Após Claudio de Mello Tavares ser declarado presidente, a soprano Dulli Contente interpretou a “Ave Maria”, de Franz Schubert. Antes de ler seu discurso, o magistrado pediu um minuto de silencio pelas vítimas de Brumadinho (MG).  
04/02/2019 (00:00)
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